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Sobre Mim

Eu nasci em 1959, de parto natural, em Araraquara. O meu primeiro personagem foi Pinóquio, numa festa do Dia do Trabalho, aos cinco anos, em plena Revolução de 1964. Os meus colegas de colegial ficavam escolhendo entre ser médico ou engenheiro e eu queria ser artista. 
 
No ginásio, Ariovaldo dos Santos, do TEXC, me convidou para participar da montagem de Batucajé. Aos 11 anos comecei a trabalhar na loja de acessórios para carro de meu saudoso pai, Franklin Corrêa da Silva, rádio-técnico e comerciante. Li a Folha de São Paulo, de cabo a rabo, todos os dias, durante 7 anos.

Passei no vestibular em meados de 1976 em Brasília. Brasília é um avião que não voa. Fui assistir Quiprocó no Ministério e me encantei com o trabalho do diretor Humberto Pedrancini. Eu amava Maria Bethânia, Gal, Milton Nascimento, Belchior, Beatles, As Frenéticas, e Secos & Molhados. 
 
Fiz três anos de Comunicação Social no CEUB, Centro de Ensino Unificado de Brasília. Entrei no SESC de lá, para fazer parte de uma criação coletiva chamada A Cidade que não tinha rei. O Grupo Carroça ganhou prêmio, e fomos apresentar a peça em Salvador. Voltei à Araraquara e montei Gracias a la vida com meu irmão gêmeo Flávio. Demos curso de interpretação em praça pública com base nas teorias de Constantin Stalislaviski e Bertold Brecht. 
 
Fui aprender a profissão de cabeleireiro, maquiador e esteticista no SENAC. Entrei na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da UNESP.
Marcelo Henrique de Lima, editor chefe do caderno de cultura e lazer, me convidou para trabalhar no jornal O Imparcial em 1995. Em seguida assumi a coluna social, às vésperas do falecimento de Paulo Corrêa da Silva, dono do jornal. No ano seguinte fui trabalhar na Folha da Cidade. 
 
Neste ínterim, casei, descasei, fiquei 5 anos no ar com um programa independente na TV aberta: FAMA com Marcelo Corrêa, laureado com o prêmio Qualidade Brasil. Em 2005 lancei meu primeiro livro Poesia boa de prosa, com capa de Ernesto lia. Logo depois participei da I Coletânea de Poesias, Contos e Crônicas da Associação dos Escritores de Araraquara. Durante 15 anos, no anfiteatro do Campus da UNESP, a convite de José Pedro Antunes, apresentei esquetes como Carolina Jéssica, uma aluna de Letras, tendo recebido prêmio de Melhor Ator num dos projetos de Artes Cênicas do SESI. 

Sempre atendendo em meu salão de beleza, continuo trabalhando com cortes de cabelos personalizados, sob consulta, com orientação de cuidados e manutenção do cabelo e da pele, maquiando e fotografando meus clientes. Além disso, presto serviço de assessoria estética a todos que me procuram com dúvidas sobre maquiagem e cortes de cabelo, através da internet, pelo Facebook ou por e-mail.

Tenho trabalhado na revisão do romance A inconsciência de Breno, cujos primeiros capítulos podem ser vistos na comunidade Oficina Literária Cult. Recentemente conclui o livro Débora Mental assim na Terra como no Céu, umas crônicas bem humoradas a respeito desta personagem que pode ser considerada uma versão mais literária de Carolina Jéssica.

Eu tento praticar musculação e natação todos os dias e adoro Swásthya Yôga. Negociar antigüidades tem sido uma atividade que me encanta cada vez mais pelas complexas implicações que o ramo proporciona a colecionadores e restauradores. Ministrar palestras sobre diversos e variados temas como Preservação do Meio Ambiente, Moda, Comportamento, Etiqueta, Atualidades, Dicas de Beleza, Cabelo, Maquiagem, Colunismo Social, Educação Física e Metafísica, palestras motivacionais para ex-dependentes químicos, entre outras, é uma das atividades intelectuais que mais me dá prazer. É de suma importância respirar o que se vive, acreditar no que se faz, sonhar o que se realiza porque assim podemos ser transparentes e felizes.